Fiscal do trabalho: necessidade de concurso no MTE

É grande a expectativa pela realização de um novo concurso para auditor-fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A contratação urgente de novos fiscais já foi inclusive recomendada pela Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae), da Secretaria Especial de Direitos Humanos, vinculada ao Ministério da Justiça e Cidadania.

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Procurado para saber se essa solicitação já havia sido enviada ao Planejamento, o MTE não respondeu aos contatos até o fechamento desta edição. Mas mesmo que esse passo ainda não tenha sido dado, o documento deverá ser preparado e encaminhado até 31 de maio ao Ministério do Planejamento.

Em 2016, o Ministério do Trabalho tentou abrir concurso para 1.107 vagas, mas o pedido foi devolvido pelo Planejamento. Atualmente, o déficit é de 1.144 auditores, segundo dados do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho (Sinait), que revelou ainda que há 500 profissionais em condições de se aposentar a qualquer momento. No total, são 2.500 auditores.

Quem tem nível superior em qualquer área poderá disputar uma vaga de auditor. O cargo propicia remuneração inicial de R$ 16.201,64 – valor já acrescido do auxílio-alimentação, de R$ 458. O MTE adota o regime estatutário de admissão, o que assegura a estabilidade no emprego.

O Cebraspe (antigo Cespe/UnB) ficou responsável pela última seleção do ministério, que foi realizada em 2013, com oferta de 100 vagas. Os candidatos passaram por provas objetivas e discursivas, além de sindicância da vida pregressa.
Fonte:Folha Dirigida

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